Publicado em: 20/10/2026
[Artigo] Testemunha do sucesso
Há bastante tempo venho escrevendo para a revista “VIVER”, onde mantenho esta coluna, abordando os mais variados temas de interesse público sobre saúde, em colaboração com o amigo Rômulo Felippe, diretor da revista. Durante esse tempo, creio que, em uma única vez, abordei um assunto pessoal. Confesso que já não me lembro sobre o que foi! Mas quem me conhece sabe que sou uma pessoa desprovida de vaidades e que dou ênfase ao trabalho em equipe. Primeiro, porque ninguém é insubstituível. Segundo, porque ninguém constrói nada sozinho. Além disso, creio que DEUS é o coordenador de todas as coisas.
Porém, agora, mais uma vez, peço a devida vênia à “VIVER” e aos seus leitores para abordar uma questão pessoal. Desta forma, lembro-me de que, há aproximadamente 25 anos, dei entrada no Pronto-Socorro do Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (HECI), com dores no peito, anunciando um infarto. Cerca de dois meses antes, o prefeito Ferraço havia inaugurado, no HECI, o Instituto do Coração. Então, fui submetido imediatamente a uma angioplastia, realizada pelo médico hemodinamicista Dr. Paulo José F. Soares. Resultado: mínima sequela no coração!
Acontece que minhas artérias coronarianas estavam bastante obstruídas e, se não fosse o pronto atendimento, era iminente o risco de morte. Por isso, dois anos depois, após um desconforto durante uma reunião no gabinete do prefeito Ferraço, voltei às mãos do Dr. Paulo José, que indicou a necessidade de uma cirurgia para a revascularização cardíaca. Então, com tranquilidade absoluta, decidi me operar com o Dr. Luiz Daniel e o Dr. Emerson Casado, que, naquela ocasião, também trabalhavam no HECI. Lógico, a cirurgia foi um sucesso! Entretanto, não faltaram conselhos para que eu buscasse recursos em São Paulo e em outros centros...
A perspectiva de duração da revascularização cardíaca é de em torno de 15 anos. Entretanto, somente no ano passado passei a observar certos desconfortos, tais como arritmia e angina. Por isso, o Dr. Luiz Bento, nosso exímio cardiologista e meu anjo da guarda, recomendou uma bateria de exames: ecocardiograma com a Dra. Andressa Mussi; cintilografia com o Dr. Gustavo Ambrósio, etc.
Depois, mais uma vez, fui parar nas mãos santas do Dr. Paulo José, que, em duas etapas, realizou uma litotripsia, limpando as obstruções nos stents e revestindo-os com medicamento por meio de balão farmacológico. Então, acabei por ganhar mais um stent, mas me livrei de uma nova cirurgia de revascularização. E, segundo o Dr. Luiz Bento, a Dra. Andressa e o Dr. Paulo José, estarei pronto para os próximos 20 anos.
Recentemente, porém, passei a sentir dores terríveis na coluna, provavelmente pelo excesso de trabalho sentado, que inclusive quase me impediam de andar. O diagnóstico dado pelos radiologistas Dr. Raoni e Dr. Fabio Bortolini foi de uma hérnia importante na coluna, de cerca de 5 centímetros. Estava na iminência de ter que tomar morfina por causa da dor.
Foi então que busquei a ajuda das médicas neurocirurgiãs Dra. Mayana Mesquita e Dra. Doralice Batista, da equipe do HECI. Ambas apontaram que, para a correção do problema, haveria necessidade de uma intervenção cirúrgica na coluna. Como eu já conhecia o trabalho delas, bem como nutria por elas uma enorme admiração pelos resultados obtidos, pela eficiência e pelo profissionalismo, claro que fui novamente para o centro cirúrgico com total confiança na equipe, que contou com o apoio do neurocirurgião Dr. Daniel Callegari. No dia seguinte, já estava andando, sem dor.
Por isso, sou uma testemunha real da qualidade dos médicos que temos aqui em Cachoeiro de Itapemirim, particularmente no HECI, em todas as áreas mais importantes da medicina. Esses profissionais fazem uma diferença enorme! Portanto, não há razão nenhuma para buscar recursos em outros centros quando o problema pode ser resolvido aqui, bem pertinho da nossa casa, com total qualidade e segurança.